sábado, 29 de maio de 2010

Make-up!


Hey people, começo hoje a postar fotos de makes que eu faço em minhas amigas-cobaias. Se gostarem, postarei mais. Essa foi a última que fiz na minha querida e paciente amiga Monise (na verdade, eu sou a maquiadora para baladas das amigas.

quarta-feira, 28 de abril de 2010

Artigo de um grande cara...Maurício Pestana.

Porque Narciso acha feio o que não é espelho.
24/11/2009 | Por: Maurício Pestana

Pode o negro ser racista com o próprio negro, não gostar de negro, ou de si próprio? Está é uma pergunta que sempre surge em palestras ou em discussão onde a questão racial é colocada, sobretudo no exterior quando tentamos explicar as nossas complexas relações raciais.
Recentemente em Paris, num seminário que discutia a presença do negro na mídia brasileira, essa pergunta me foi feita, pois no exterior sabe-se que no Brasil muitos negros não se assumem, fato comprovado em pesquisa, quando perguntado qual a sua cor. Surgiram aqui mais de cem denominações, tais como: marrom bombom, cor de jambo, moreno, pardo, meio tom etc.
Sempre que a tal pergunta me é deferida, explico que fatores como educação e mídia têm papel determinante nesta recusa.
Provoco continuamente a seguinte reflexão: imagine uma criança negra que, na sua primeira idade, as referências recebidas dos programas infantis sempre foram de mulheres loiras como apresentadoras e desenhos animados sem nenhum protagonismo negro. Na escola, esta criança percebe que os principais heróis, rainhas, reis e ilustrações dos livros didáticos são todos brancos. Quando começa a se informar, as revistas e propagandas, enfim, quase toda a informação que lhe chega é de um mundo branco, um mundo na qual ela não se vê, ou melhor, quando se vê está inserida em alguma tragédia como a fome na África, caos no Haiti, violência nos morros cariocas ou drama como enchentes. E mais, quando essa pessoa começa a se tornar adulta percebe que os apresentadores dos jornais não são negros, que os principais atores do cinema e da TV não são negros, que as pessoas do cenário político, público e privado em seu país não representam a sua cor e suas origens étnicas.
Ou seja, ela não se vê refletida. Fatalmente caso não tenha um bom preparo psicológico, social e uma auto-estima elevada, começara a se sentir feia, rejeitada, pois “Narciso acha feio o que não é espelho” e o negro poucas vezes se vê espelhado na vida social brasileira.
Mudar esse pacto nefasto entre educação e mídia com reflexo direto numa cultura excludente e discriminatória aqui existente tem sido uma das principais bandeiras do movimento negro brasileiro, cuja vitória mais marcante foi a aprovação há poucos anos de uma lei que obriga o ensino da história da África e de seus descendentes em todos os níveis escolares do país.
Depois da lei, as editoras de livros didáticos começaram a rever os conceitos e as antigas práticas discriminatórias na forma de abordar os heróis e a história dos afros descendentes. Se na área da educação avançamos, o que dizer da mídia brasileira, que continua apresentando o Brasil como escandinavo, no qual somos preteridos até de propaganda de papel higiênico? A falta de diálogo com esses meios nos tornaram praticamente em lados opostos e, em muitas vezes, em confronto com a mídia, principalmente com seu o pelotão de frente, os grandes jornais, revistas e emissoras de televisão.
O primeiro round deste confronto foi a avassaladora campanha que os principais órgãos de comunicação do país fizeram contra as cotas e as ações afirmativas, mesmo tendo essas ações a aprovação de mais de 70% dos brasileiros. Outro round desta batalha poderá acontecer na segunda quinzena de dezembro, onde ocorrerá, em Brasília, a Conferência Nacional de Comunicação - apelidada por alguns como a mãe de todas as conferências.
Existe uma movimentação intensa no governo, partidos políticos, movimentos sociais e empresas de comunicação, que sabem que concessões de canais de televisão assim com acesso e o modelo de comunicação no país tem que ser revisto, principalmente democratizado, com a participação daqueles que tem sido excluídos desse sistema. Cabe a nós uma mobilização extrema e não deixar que continue prevalecendo neste setor: “A força da grana que ergue e destrói coisas belas”

(*) Presidente do conselho editorial da Revista Raça Brasil

segunda-feira, 29 de março de 2010


Honey Bee says: You know GaGa, trust is like a mirror you can fix if it's broke... GaGa: But you can still see the crack in a motherfucker's reflection

sexta-feira, 26 de março de 2010

If you wanna be my lover, you gotta to get with my friends, make it last forever FRIENDSHIP will never ends...
Já dizia as saudosas Spice Girls a AMIZADE vem antes de qualquer coisa! A 2º maior prova pela qual o namorado de qualquer menina passa é pela língua afiada das amigas!A 1º nem preciso dizer "Oi pai, esse é meu namorado... Não pai ele não fuma, não usa drogas..." Aquela velha história.
Voltando às amigas, todas nós sabemos que é tão bom quando achamos aquelas amigas cúmplices, de parceria mesmo.
Nada como ter uma amiga pra ligar e ficar chorando as pitangas e ainda tomar um sermão do tipo " Meu, eu não vou falar mais nada sobre esse FDP! Não sei como você ainda dá moral pra esse babaca..." (Qualquer semelhança, NÃO É MERA COINCIDÊNCIA! Vocês sabem do que eu tô falando!)
Gente vamos abrir o olho, amiga verdadeira é aquela que te fala a verdade e não aquela que só passa a mão na sua cabeça, concordando com tudo o que você diz. Para o bem ou para o mal esse tipo de "amiga" vai mentir, faça um pequeno teste coloque aquela blusinha que tá largada no armário e você não sabe como e porquê adquiriu uma peça daquela um dia, coloque-a e pergunte a queridinha como ficou (detalhe: você sabe que nenhuma de suas amigas usaria aquilo...) Se ela disser: "Ahh ficou supeeer legal!" Vire para a cobrinha e diga com a maior cara de amiga legal: "Ah ficou legal? Então fica de presente pra você amiga, sempre achei que combinava com você!"
Vamos ver se ela vai usar!
Não vim aqui para ficar falando aquelas coisas clichês de "amigas para sempre" até porque o mundo não é cor de rosa Barbie. No alto dos meus quase 20 anos (risos!) percebi que não precisa ser a queridinha, que nunca briga ou fica chateada mesmo quando escuta aquele absurdo. Seja autêntica!
Isso não quer dizer que você possa ir falando tudo o que vem a cabeça afinal de contas sabemos que existe aquela coisa com a qual toda mulher tem todo o mês TPM (ou seja TENHA CUIDADO MUITO CUIDADO, nem nós mesmas sabemos do que somos capazes de fazer nessa condição!) mas também não finja que está gostando daquela blusinha de estampa duvidosa da sua amiga. Sendo assim você ganhará respeito e só terá pessoas sinceras, legais e parceironas ao seu lado.
AMIGAAAAS esse post foi pra vocês!


Amor verdadeiro, ciúmes, possessão?

segunda-feira, 22 de março de 2010

what a feeling!

80's again!



Apesar de ter nascido nos anos 90, adoooooro os anos 80! Tanto as músicas quanto a moda...É claro que com uma leve repaginada 2010.


O couro, as cores flúor, "las ombreras" e roupitchas mais coladinhas estilo "filme sessão de tarde 80's " na minha opinião, são muito legais.


Fuçando na internet achei um blog bem legal


http://www.modalogia.com/2009/08/06/analise-de-tendencias-inverno-2010-anos-80-por-mirela-lacerda/
Pra quem gosta de dar uma incrementada no visual, taí a chance de dar uma de Cyndi Lauper ou Viúva Porcina versão 2010!
E para os amantes da memorável decáda de 80 no campo musical
http://www.radiotrash.com.br/
Relembre todo o gingado dos verões oitentistas.
Hoje acordei bem melhor. Fui reler meu post de ontem e no final no texto parecia faltar algo...mas não sei exatamente o quê ainda.
Ah, hoje vou falar de coisas boas!
Pra quem antes achava o Orkut uma perda de tempo ( de certa maneira acaba sendo...) hoje estou me descobrindo praticamente uma geek... (risos!) Tá bom, não é pra tanto. Mas admito que tenho de tudo: blog, twitter, facebook, a nova ferramenta sensação formspring.me, e outras coisitas más ( más do MAL mesmo, porque ô coisinhas que viciam viu...). Acabo nem tento tempo pra acompanhar todos eles, fico mais no Orkut ferramenta que francamente já está perdendo a graça e eu estou tomando coragem pra excluir, a única vantagem é que acabo tento mais contato com amigos que estão distantes.
Agora como faço todo dia, vou dar uma olhadinha no Orkut, depois no Twitter...e assim por diante!
Mais tarde volto pra postar algo sobre Moda.

domingo, 21 de março de 2010


A verdade é que sou melhor falando do que escrevendo.
O que posto aqui são apenas desabafos, coisas do dia-a-dia, talvez nem leiam mas se lerem que algo de bom seja aproveitado daqui.
Bom, é domingo à noite não há nada pra fazer a não ser a não ser ler algum bom livro ( coisa que admito fazer raramente) ou assistir um filme...
Escrever no blog foi uma válvula de escape, fazer uma reflexão do venho passando ultimamente me dá certo alívio já que aqui acaba sendo um certo tipo de diário e até mesmo um psicólogo cibernético (bem mudo eu diria, já que nunca saberei o "diagnóstico dos meus problemas").
Há um certo tempo venho pensando se o caminho que comecei a traçar está certo, se vai me levar realmente às expectativas que construo ao longo da vida. Me pego angustiada, às vezes até mesmo frustrada...Nesses momentos peço calma pra colocar a cabeça no lugar e não perder o foco. Deixar me levar por pequenas coisas me parece ser egoísmo já que existe problemas maiores e piores do que os meus e isso é importante porque faz amadurecer, crescer...
Não sei o que está me faltando, só sei que parece haver um vazio em mim. Poucos conhecem esse meu lado, fico em dois extremos: a bomba relógio ou a raphaela que faz piada de tudo e faz os outros rirem (esta última às vezes não passa de uma defesa). Confusa, sorridente, paviO CURTÍSSIMO, mãe de algumas amigas, " aquela que sabe dar conselho mas não sabe lidar com os próprios problemas", totalmente auto-crítica...Coisa de virginiana!
Ahhh desabaPHei...